| José Aníbal
Quando todos nós pensávamos que o governo Lula e o PT já haviam ultrapassado todos os limites no vale-tudo para se manter no poder, o escândalo do dossiês consegue deixar esse pessoal um degrau abaixo do fundo do poço. Não bastaram os mensalões, os dólares na cueca, a quebra de sigilo do caseiro, os sanguessugas, os ministros cassados e demitidos... Agora, descem ainda mais no submundo do crime, como um autêntico bando, negociando com criminosos para forjar dossiês contra o PSDB. Tudo, claro, com dinheiro ilegal. A verdade é que o governo Lula virou uma quadrilha, vale qualquer coisa. Ou temos um presidente quadrilheiro ou temos um presidente idiota, que não sabia de nada. Em qualquer dos casos, não merece mais quatro anos.
Está na hora de dar um basta nisso. Não dá mais! A população não agüenta mais ouvir notícias sobre escândalos, milhões de reais e dólares circulando em hotéis e aeroportos, gente do governo afastada para preservar os superiores... O Brasil não quer mais essa agenda. O país tem recursos naturais, uma economia estável há 12 anos, uma mão-de-obra qualificada, empresas globais, mercado de primeiro mundo... Por que não cresce? Por que estamos condenados a crescer só 0,5% enquanto o resto do mundo cresce dez vezes mais?
A resposta está na incompetência e inépcia do governo, que gasta toda sua energia para se manter no poder. Sem nenhum projeto para crescer, o governo vai deixando o Brasil na rabeira do mundo. Enquanto os outros crescem, vamos ficando cada vez mais para trás. Na base do assistencialismo, do bolsa-família que não gera emprego; da abusiva carga tributária que atrapalha a produção; da corrupção e aparelhamento que drenam os recursos públicos; o país vai se aproximando do fundo do poço, onde já está o governo Lula.
Para impedir essa tragédia anunciada, temos que eleger um presidente saneador, com disposição para cortar gastos, reduzir juros, mudar a política cambial e investir na produção, gerando emprego e renda para os brasileiros. Um presidente que tenha também iniciativa para enviar ao Congresso, nos primeiros dias de janeiro, um projeto de reforma política, com fidelidade partidária e voto distrital. Um presidente que fale menos e trabalhe mais, que seja coerente entre seu discurso e suas ações. É por isso que, nesta reta final, precisamos levar Geraldo Alckmin ao segundo turno e à vitória. Por um Congresso mais ético, por um Brasil mais justo, pelo nosso futuro e pelo das próximas gerações. Até a vitória!
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