"Estão dizendo que estamos fazendo política com saúde pública e que queremos asfixiar a saúde. Manter essas afirmações é algo delirante. Nós estamos propondo, na verdade, recursos adicionais para a saúde pública, e não o contrário. A liderança do governo devia ter uma certa autocensura para não falar de assuntos muito próprios deste governo, como sonegação, lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência. É conversa fiada dizer que a alíquota de 0,1% é fiscalizatória.
Hoje a contribuição sobre movimentação financeira é controlada pelo Coordenadoria de Administração Financeira, o Coafi. Defender outros argumentos, é manter um discurso mentiroso de cabo a rabo. Muitos estabeleceram o compromisso com a Emenda 29, nos moldes do que foi gerado no Senado e aprovado no dia 9 de abril. Foi uma votação histórica que sucedeu a sessão comemorativa do Dia Mundial da Saúde. Não aceitamos esse esbulho, que significou a ruptura do acordo na Câmara. Não queremos essa mão de gato de uma contribuição sem sentido". Sobre as dificuldades para barrar a Contribuição Social para a Saúde (CSS) no plenário da Câmara.
Líder do PSDB, José Aníbal (SP)
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