Insatisfeito com o atual texto da reforma tributária - relatado pelo deputado Sandro Mabel (PR-GO) - o líder do PSDB na Câmara, José Anibal (SP) preferiu definir uma nova estratégia de ação: adiar as discussões da reforma para fevereiro e março e votá-la em abril. Inspirado no famoso Machado de Assis - que definiu a realidade como não muito interessante, mas real - Aníbal disse que pretende convencer os líderes do governo e da base governista a aceitarem a proposta. "Não houve uma convergência básica. Mas de hoje até a segunda-feira podemos pensar sobre essa possibilidade". Apesar do posicionamento dos partidos da oposição, totalmente contrários ao atual texto da reforma, o líder se auto definiu como favorável aos ajustes, mas cauteloso sobre o tema. Uma lista de sugestões tucanas para o novo texto está em fase de gestação.
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